Por Paula Schamne, Diário dos Campos
O Operário perdeu diversas finalizações na partida
Faltando ainda seis rodadas para a final do Campeonato Paranaense, o Operário Ferroviário já sente o desgaste de dois jogos por semana. Na última quarta-feira, o Fantasma enfrentou, em casa, o Rio Branco, de Paranaguá, e empatou em zero a zero. Embora mantenha a vice-liderança do Campeonato com 10 pontos no returno, o Operário ficou mais longe do líder Coritiba, que soma 15 pontos no returno. O Rio Branco foi a 5 pontos e um jogo a menos. No geral o Leão da Estradinha segue na zona de rebaixamento com 14 pontos apenas a frente do Cascavel.
Os dois times voltam a campo no domingo pela sexta rodada, o Operário enfrenta o Roma Apucarana novamente em casa e o Rio Branco enfrenta o Cianorte em Paranaguá. Para este jogo, a dúvida paira no Fantasma. São cinco desfalques por cartões e também por lesão.

Edson Grilo e João Paulo estão em tratamento. Mateus sentiu no último jogo e também é dúvida. Durante a entrevista coletiva, após o jogo, o técnico do Operário Amilton Oliveira disse que precisa aguardar a avaliação do departamento médico para pensar na escalação para a próxima partida. “É prematuro pensar na disponibilidade de atletas ainda”, fala. Segundo ele, o time jogou bem, mas não conseguiu acertar as finalizações. “Foram cinco desfalques para este jogo e pouco tempo para treinar. Foi um tempo muito curto para preparar o time”, diz.
Para ele, o empate com o Rio Branco não tira do Operário a possibilidade de disputar o tírulo do interior e a vaga na Copa do Brasil.
“Matematicamente ainda temos condições”, fala. Para domingo, o técnico adianta que deve contar com Ceará, que volta de suspensão, Serginho Catarinense e Zé Leandro. “Vamos jogar com uma equipe ofensiva para buscar os três pontos”, adianta.
Uma das preocupações de Oliveira é o desgaste dos jogadores. “Estamos com muitos jogadores machucados porque o Paranaense é um campeonato desgastante”, avalia. O médico responsável pela equipe, José Augusto Bach Junior, adianta que Edson Grilo e João Paulo não poderão jogar. “Mateus e Ícaro devem passar por exames para avaliar a condição até o jogo”, fala. Na avaliação do médico, o excesso de lesões tem dois fatores, sobrecarga de jogos e pouco preparo na pré-temporada. “Alguns jogadores não se prepararam de maneira, mas a maioria delas são situações de jogo. Quando se está em campo, está sujeito a lesões de jogo, como a gente chama”, comenta.
Solidariedade
A torcida organizada Trem Fantasma pediu aos torcedortes que compareceram ao estádio doação de alimentos não-perecíveis, água, produtos de higiene e limpeza e roupas. Foram mais de 1.500 litros de água. A ideia surgiu com a campanha realizada pela torcida Camisa Vermelho e Branco, do Rio Branco, para arrecadar donativos para os moradores do litoral atingidos pela chuva.
Os dois times voltam a campo no domingo pela sexta rodada, o Operário enfrenta o Roma Apucarana novamente em casa e o Rio Branco enfrenta o Cianorte em Paranaguá. Para este jogo, a dúvida paira no Fantasma. São cinco desfalques por cartões e também por lesão.
Edson Grilo e João Paulo estão em tratamento. Mateus sentiu no último jogo e também é dúvida. Durante a entrevista coletiva, após o jogo, o técnico do Operário Amilton Oliveira disse que precisa aguardar a avaliação do departamento médico para pensar na escalação para a próxima partida. “É prematuro pensar na disponibilidade de atletas ainda”, fala. Segundo ele, o time jogou bem, mas não conseguiu acertar as finalizações. “Foram cinco desfalques para este jogo e pouco tempo para treinar. Foi um tempo muito curto para preparar o time”, diz.
Para ele, o empate com o Rio Branco não tira do Operário a possibilidade de disputar o tírulo do interior e a vaga na Copa do Brasil.
“Matematicamente ainda temos condições”, fala. Para domingo, o técnico adianta que deve contar com Ceará, que volta de suspensão, Serginho Catarinense e Zé Leandro. “Vamos jogar com uma equipe ofensiva para buscar os três pontos”, adianta.
Uma das preocupações de Oliveira é o desgaste dos jogadores. “Estamos com muitos jogadores machucados porque o Paranaense é um campeonato desgastante”, avalia. O médico responsável pela equipe, José Augusto Bach Junior, adianta que Edson Grilo e João Paulo não poderão jogar. “Mateus e Ícaro devem passar por exames para avaliar a condição até o jogo”, fala. Na avaliação do médico, o excesso de lesões tem dois fatores, sobrecarga de jogos e pouco preparo na pré-temporada. “Alguns jogadores não se prepararam de maneira, mas a maioria delas são situações de jogo. Quando se está em campo, está sujeito a lesões de jogo, como a gente chama”, comenta.
A torcida organizada Trem Fantasma pediu aos torcedortes que compareceram ao estádio doação de alimentos não-perecíveis, água, produtos de higiene e limpeza e roupas. Foram mais de 1.500 litros de água. A ideia surgiu com a campanha realizada pela torcida Camisa Vermelho e Branco, do Rio Branco, para arrecadar donativos para os moradores do litoral atingidos pela chuva.


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